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sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Em 2011, esperança de vida ao nascer era de 74,08 anos


Em 2011, a esperança de vida ao nascer no Brasil era de 74,08 anos (74 anos e 29 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2010 (73,76 anos) e de 3,65 anos (3 anos, 7 meses e 24 dias) sobre o indicador de 2000. Assim, ao longo de 11 anos, a esperança de vida ao nascer no Brasil, incrementou-se anualmente, em média, em 3 meses e 29 dias. Esse ganho na última década foi maior para os homens, 3,8 anos, contra 3,4 anos para mulheres, correspondendo um acréscimo de 5 meses e 23 dias a mais para os homens do que para a população feminina. Mesmo assim, em 2011 um recém-nascido homem esperaria viver 70,6 anos, ao passo que as mulheres viveriam 77,7 anos. Essas informações estão na Tábua de Mortalidade da população do Brasil para 2011, que incorpora os dados populacionais do Censo Demográfico 2010, estimativas da mortalidade infantil com base no mesmo levantamento censitário e informações sobre notificações e registros oficiais de óbitos por sexo e idade. A partir das informações do Censo, foram feitas também revisões na série histórica.
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Fonte:http://www.ibge.gov.br

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O retorno dos impostos pagos no Brasil


A discussão é antiga. A pesada carga tributária imposta aos contribuintes brasileiros representa um dos maiores empecilhos para o pleno desenvolvimento de nosso país.

Se os cidadãos sofrem com a elevada porcentagem de impostos embutidos nos produtos (que em média chegam a 30%), para muitas empresas é extremamente difícil sobreviver à abusiva quantidade de taxas, tarifas e encargos que, além de incentivar a sonegação fiscal, por outro lado desestimulam a aplicação de investimentos nos mais diversos segmentos do setor produtivo.

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário(IBPT), com base em dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes ao ano de 2011, mostra que, entre os 30 países analisados, o Brasil é o que mais cobra impostos e o que menos proporciona, em termos de qualidade dos serviços públicos e de bem-estar aos contribuintes, um retorno considerado minimamente razoável para satisfazer as necessidades de sua população.

A comparação da carga tributária dos 30 países que mais arrecadam impostos tem como referencial a proporção entre o Produto Interno Bruto (PIB), que se refere à soma de tudo o que o país produziu em um determinado período, e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede a qualidade de vida de um determinado povo.

Em outras palavras, a relação existente entre arrecadação e repasse de verbas para áreas consideradas vitais, como educação, saúde e segurança, mostra que, na maioria das vezes, muita cobrança nem sempre é sinônimo de dinheiro bem direcionado.


Fonte:geografiaetal.blogspot.com