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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


NAVIO DA USP PARTE PARA PESQUISA DO PAPEL DO ATLÂNTICO SUL NAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


Na manhã do dia 1/12/2012 o Alpha-Crucis, navio de pesquisa oceanográfica adquirido recentemente pela Universidade de São Paulo com o financiamento da FAPESP, parte para o primeiro de uma série de cruzeiros de projeto internacional cujo objetivo é o monitoramento de processos físicos e químicos no Atlântico Sul, relacionados com a circulação termo-halina global, o mecanismo controlador do clima do planeta. O projeto intitulado “Impact of the Southern Atlantic on the Global Overturning Circulation and Climate (SAMOC)”, financiado pela FAPESP, faz parte de um esforço de pesquisa internacional do qual participam também os Estados Unidos, França, Argentina, África do Sul, Inglaterra e Alemanha. A pesquisa aborda um tema considerado da mais alta relevância e tem como objetivo central contribuir, de forma substantiva, para o entendimento do papel da Célula Meridional do Atlântico Sul (SAMOC) no clima, e em suas variabilidades e mudanças, tanto em escala global quanto regional. Neste cruzeiro, que se estenderá do dia 1 ao 17 de dezembro, o Alpha-crucis irá conduzir diferentes tipos de observação em um trajeto que vai de Santos até o ponto de longitude 42W e latitude 34.5S, e deste de volta até as proximidades da costa do Brasil, na divisa com o Uruguai. Participam do cruzeiro cientistas de diversas instituições do Brasil (USP, INPE e FURG), dos Estados Unidos (Laboratório Oceânico e Atmosférico – AOML - da NOAA, em Miami) e da Argentina (SHN, INIDEP e Universidade de Buenos Aires). A expedição é liderada pelo Prof. Edmo Campos, do Instituto Oceanográfico da USP, e inclui na equipe de pesquisadores a Dra. Silvia Garzoli, do AOML/NOAA, recentemente agraciada com o Prémio Raíces, na Argentina.

Fonte:http://www.aoceano.org.br/site/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=11&Itemid=184

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Em 2011, esperança de vida ao nascer era de 74,08 anos


Em 2011, a esperança de vida ao nascer no Brasil era de 74,08 anos (74 anos e 29 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2010 (73,76 anos) e de 3,65 anos (3 anos, 7 meses e 24 dias) sobre o indicador de 2000. Assim, ao longo de 11 anos, a esperança de vida ao nascer no Brasil, incrementou-se anualmente, em média, em 3 meses e 29 dias. Esse ganho na última década foi maior para os homens, 3,8 anos, contra 3,4 anos para mulheres, correspondendo um acréscimo de 5 meses e 23 dias a mais para os homens do que para a população feminina. Mesmo assim, em 2011 um recém-nascido homem esperaria viver 70,6 anos, ao passo que as mulheres viveriam 77,7 anos. Essas informações estão na Tábua de Mortalidade da população do Brasil para 2011, que incorpora os dados populacionais do Censo Demográfico 2010, estimativas da mortalidade infantil com base no mesmo levantamento censitário e informações sobre notificações e registros oficiais de óbitos por sexo e idade. A partir das informações do Censo, foram feitas também revisões na série histórica.
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Fonte:http://www.ibge.gov.br

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O retorno dos impostos pagos no Brasil


A discussão é antiga. A pesada carga tributária imposta aos contribuintes brasileiros representa um dos maiores empecilhos para o pleno desenvolvimento de nosso país.

Se os cidadãos sofrem com a elevada porcentagem de impostos embutidos nos produtos (que em média chegam a 30%), para muitas empresas é extremamente difícil sobreviver à abusiva quantidade de taxas, tarifas e encargos que, além de incentivar a sonegação fiscal, por outro lado desestimulam a aplicação de investimentos nos mais diversos segmentos do setor produtivo.

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário(IBPT), com base em dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes ao ano de 2011, mostra que, entre os 30 países analisados, o Brasil é o que mais cobra impostos e o que menos proporciona, em termos de qualidade dos serviços públicos e de bem-estar aos contribuintes, um retorno considerado minimamente razoável para satisfazer as necessidades de sua população.

A comparação da carga tributária dos 30 países que mais arrecadam impostos tem como referencial a proporção entre o Produto Interno Bruto (PIB), que se refere à soma de tudo o que o país produziu em um determinado período, e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede a qualidade de vida de um determinado povo.

Em outras palavras, a relação existente entre arrecadação e repasse de verbas para áreas consideradas vitais, como educação, saúde e segurança, mostra que, na maioria das vezes, muita cobrança nem sempre é sinônimo de dinheiro bem direcionado.


Fonte:geografiaetal.blogspot.com