quinta-feira, 20 de março de 2014

47° Congresso Brasileiro de Geologia

21 a 26 de Setembro de 2014 - Salvador - Bahia


A comissão organizadora tem o prazer de convidá-lo para participar do 47° Congresso Brasileiro de Geologia a ser realizado na cidade de Salvador, Bahia, de 21 a 26 de setembro de 2014. O principal objetivo do 47°CBG é congregar a comunidade geológica e difundir os conhecimentos atuais das Geociências, através da divulgação de sua produção técnico-científica, além da discussão de temas políticos e geração de oportunidades de negócios envolvendo o setor mineral e petrolífero.

O 47°CBG constitui, portanto, uma excelente oportunidade para discutir a Geologia como indutora e fomentadora do desenvolvimento da indústria mineral (metais, não metais, materiais de construção, dentre outros) e petrolífera, das grandes cidades, da hidrogeologia, das questões turísticas e ambientais, contribuindo efetivamente para o desenvolvimento sustentado do nosso país.



Data e Local

Data: 21 a 26 de setembro de 2014

Local: Centro de Convenções da Bahia 
Av. Simon Bolívar, S/N, Jardim Armação
Salvador - BA, 41750-230
Tel: (71) 3117-3101


Datas Importantes

Início da submissão de resumos: 
08 de janeiro de 2014

Término da submissão de resumos: 
31 de março de 2014

Comunicado dos resultados da avaliação: 
02 de junho de 2014

Data-limite para inscrição de autores: 
04 de agosto de 2014

Data-limite para inscrição em minicursos e excursões: 
15 de junho de 2014

Data-limite para inscrição on-line: 
até 01 de setembro de 2014

Realização do evento:
21 a 26 de setembro de 2014

Fonte:http://www.ageco.org.br/

segunda-feira, 17 de março de 2014

VII Congresso Brasileiro de Geógrafos

A AGB e a Geografia brasileira no contexto das lutas sociais frente aos projetos hegemônicos

10 a 16 de Agosto 2014 - Vitória/ES


O Congresso Brasileiro de Geógrafos – CBG, realiza-se a cada 10 anos desde 1954, reunindo geógrafos (estudantes de graduação e pós-graduação, professores da educação básica e do ensino superior, pesquisadores, técnicos e todos aqueles que pensam e agem no mundo a partir da Geografia) de todo Brasil para debater os rumos da Geografia brasileira e da AGB. Em sua VII edição, a se realizar em Vitória/ES entre 10 e 16 de agosto de 2014, no Campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Av. Fernando Ferrari, nº 514, Goiabeiras, Vitória/ES. O CBG terá como tema “A AGB e a Geografia brasileira no contexto das lutas sociais frente aos projetos hegemônicos”.

No momento histórico que o país atravessa, com grandes manifestações populares que colocam em questão o modelo de desenvolvimento brasileiro, a AGB se soma aos que, nas ruas, nas salas de aula, no seu cotidiano buscam contribuir para a construção de uma sociedade mais democrática, justa e igualitária. Neste sentido, vislumbramos o VII CBG como um processo que abrange temporalidades (i) de balanço dos últimos 10 anos (da entidade, da sociedade e da geografia brasileira), (ii) de projeção de 10 anos para o futuro, e (iii) de um ano e meio de organização do evento. Nesta perspectiva estamos solicitando à comunidade geográfica contribuições para a construção do CBG em torno de três eixos: 1) A AGB e a Sociedade; 2) A AGB e sua institucionalidade; 3) A AGB e a Geografia brasileira.

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

DNPM recebe missão japonesa

Em visita ao Brasil, o grupo Japan Oil, Gas and Metals National Corporation – JOGMEC visitou o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para conhecer melhor a área de mineração brasileira. Representando o governo japonês, o grupo veio ao País para conhecer e firmar parcerias nas áreas de tecnologia das mineralizações de terras-raras, mineral estratégico abundante no Brasil.

Em reunião que ocorreu nesta segunda-feira (10), o diretor-geral substituto do DNPM, Victor Bicca, falou sobre as reservas oficiais de óxidos de terras-raras no Brasil (aprovadas pelo DNPM). “Nossas reservas aumentaram para 22 milhões de toneladas (16,2 % das reservas mundiais), somente na região de Araxá, MG”, destacou Bicca. Com essa reserva, o Brasil passa a ocupar o segundo lugar mundial de reservas de terras-raras, logo após a China (55 milhões de toneladas) e na frente dos Estados Unidos da América (13 milhões de toneladas).

Victor Bicca comentou também as diretrizes de políticas públicas do governo federal para o setor mineral e ressaltou que a melhora no conhecimento geocientífico do território tem contribuído para o desenvolvimento do setor.

“Viemos ao DNPM expor os projetos da nossa organização, para firmar acordos de cooperação, principalmente, para minerais estratégicos como os terras-raras,” disse Kuroki Keisuke, vice-presidente executivo da JOGMEC.

Terras-Raras

Terras-Raras são 17 elementos químicos utilizados em tecnologias de ponta, como ímãs permanentes (liga metálica de Nd-Fe-B) que aumentam a eficiência de geradores elétricos e viabilizou a produção de micromotores, com amplo emprego em veículos híbridos, discos rígidos e inúmeras outras aplicações (como telas LCD, lâmpadas de LED, e geração de energia eólica, por exemplo). No entanto, hoje, é a China que detém 87% da exploração de terras-raras. O Brasil é responsável por apenas 0,28% da exploração desses minérios.

A partir de 2005, a disponibilidade dos elementos terras raras no mundo se tornou mais crítica, devido à falta de investimento dos países e sua grande dependência da China. 


Registro Fotográfico
O diretor-geral substituto do DNPM, Victor Bicca, durante reunião com representantes do governo japonês

Fonte:http://www.dnpm.gov.br/

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Divulgação: Mestrado Heriot-Watt University ISPG


Venho dar-lhe conhecimento de uma iniciativa que o ISPG - Instituto do Petróleo e Gás, associação privada sem fins lucrativos constituída pela Galp Energia e pelas 6 principais Universidades públicas portuguesas, se encontra a lançar neste momento.

Trata-se de um Master of Science em engenharia do petróleo da Heriot-Watt University (HWU), de Edimburgo, que será lecionado em Lisboa, no Campus da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, por professores da própria HWU.

Prevê-se que o início do curso ocorra a 31 de março de 2014 e que nele participem cerca de 10 estudantes brasileiros, com formação graduada nas áreas de engenharia, geologia e ciências. O curso tem uma forte componente prática e experimental, utilizando dados reais da indústria. A duração do curso é de 12 meses.

O ISPG assegurará a disponibilização de bolsas de estudo dentro do modelo do Ciências Sem Fronteiras e de acordo com o nível exigido no espaço europeu. As candidaturas poderão ser realizadas no seguinte endereço web:
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Muito agradeceríamos o seu apoio na divulgação desta iniciativa, cujos primeiros materiais promocionais enviamos em anexo, bem como na recomendação de alunos que considere ter um elevado potencial para o desenvolvimento académico e profissional que está associado a este Master of Science.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Assinatura da ABNT Coleção

A Rede Sirius adquiriu a assinatura da ABNT Coleção, com acesso a um acervo superior a 9.200 Normas Técnicas no formato digital. A navegação pela base é simples, mas é necessário instalar o módulo Java. Caso ele não esteja instalado, haverá a possibilidade de instalá-lo a partir de links na página da ABNT.

A Coleção está disponível na página de Bases e Periódicos 
http://www.rsirius.uerj.br/conteudo05.php?titulo_link=Bases%20e%20Peri%F3dicos 
do site da Rede Sirius. 

A forma de acesso é por login:
Empresa: UERJ
Usuário: REDESIRIUS
Senha: REDESIRIUS

Fonte: http://www.redesirius.uerj.br/forum

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Roteiros Geográficos do Rio

Roteiros gratuitos em defesa da cidade do Rio de Janeiro

Janeiro de 2014



17 de janeiro, sexta-feira - As Catedrais de São Sebastião do Rio de Janeiro

Encontro: sexta-feira, 17 de janeiro de 2014, às 10 horas da manhã, na portaria da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – rua Uruguaiana, 77
Confira a programação....
Fonte: Roteiros Geográficos do Rio

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Brasil apresenta proposta para exploração mineral no Atlântico Sul

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) apresentou à Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISBA), plano de trabalho para exploração mineral de uma área de 3 mil km² localizada em águas internacionais do Atlântico Sul, numa região conhecida como Elevado do Rio Grande, situada a mais de 1.500 km da costa brasileira. A proposta brasileira que foi encaminhada à ISBA no dia 31 de dezembro, foi elaborada com base nos dados coletados pelo Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA), que está sendo desenvolvido pela CPRM, com a finalidade de ampliar a presença do Brasil em águas internacionais do Atlântico Sul. 


De acordo com Roberto Ventura, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, estudos preliminares revelaram o potencial mineral da região, onde foram encontradas crostas ferromanganesíferas com indícios de ferro, manganês e cobalto. “Além do caráter estratégico, essa iniciativa brasileira traz em seu bojo a formação de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico”, avalia Ventura.


O diretor explica que a proposta apresentada à ISBA foi aprovada pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), tendo em vista, que os estudos feitos durante uma série de expedições realizadas pela CPRM na região nos últimos anos, indicarem o potencial mineral da área requerida. A expectativa é de que, a proposta brasileira seja aprovada ainda este ano.

Com a aprovação do plano de trabalho, o Brasil terá 15 anos para pesquisar com exclusividade o local escolhido. “Estamos iniciando uma nova fase nas pesquisas de geologia marinha, que envolvem o desenvolvimento de tecnologias para exploração dessas áreas”, destaca o diretor. Segundo ele, as pesquisas estão sendo realizadas por equipes multidisciplinares formadas em diversas áreas de conhecimento. Entre elas, geologia, biologia, geofísica, além de estudantes, para formar futuros pesquisadores.

“A ideia é permitir a iniciação cientifica, a geração de conhecimento e a capacitação de especialistas para que o país possa estar apto a pesquisar e explorar minerais em águas profundas”, diz o diretor. No total, o projeto envolve cerca de 80 pesquisadores de diversas instituições e conta com a parceria de universidades.

Nos últimos quatro anos foram investidos cerca de R$ 90 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas pesquisas no Atlântico Sul. Para este ano estão previstos mais R$ 20 milhões; e para os próximos cinco anos R$11 milhões vão ser gastos em pesquisas na Elevação do Rio Grande, com a aprovação do pedido brasileiro pela ISBA.

Fonte:CPRM